Close

Acupuntura – Diagnosticando a dor psíquica e física.

logo-psicologia-175x300 Uma abordagem possível e necessária.

Como terapeutas, obviamente que o sintoma exige nossa atenção, no entanto, o que está por trás dos sintomas não pode ser negligenciado. O sintoma é a expressão visível de um processo invisível. O presente artigo  tem o objetivo de despertar o interesse de profissionais acupunturistas, a fim de ampliarem o foco, ouvindo o que a doença tem a dizer do indivíduo; utilizando a acupuntura como recurso para despertar os sentidos do paciente. Os efeitos da acupuntura podem ajudar o paciente a descobrir e verbalizar o óbvio. Potencializar o “fale mais sobre isso” é uma etapa importante, afinal o paciente é o detentor de todas as informações necessárias para as causas de seu desequilíbrio. O terapeuta é um facilitador de todo este processo, permitindo que este indivíduo seja despertado e encontre o equilíbrio emocional e físico. Quando tocamos um corpo, tocamos um templo sagrado de memórias e símbolos, mergulhamos na busca surpreendente de sentidos que muitas vezes determinam nosso destino. 

Quando você tocar alguém, nunca toque só um corpo.
Não esqueça que você toca uma pessoa e que neste corpo está  a memória de sua existência, assim, quando você toca um corpo, lembre de que você toca um Templo.
Jean Yves Leloup

 

 

Introdução

Como terapeutas, recebemos constantemente em nossos consultórios pacientes que chegam com um desconforto físico, seja ele doloroso ou apenas incapacitante, recebemos um apelo comum,  que o livremos deste sintoma.

Este clamor do paciente nos coloca numa posição de detentores de um “poder” que muitas vezes desconhecemos.  Como reagir a esta forte expectativa do paciente é um desafio para todos os terapeutas, que inicialmente, apenas mergulham seus ouvidos neste campo de investigação surpreendente.

Neste trabalho proponho a reflexão sobre novas formas de escuta, possibilitando um  refinamento possível,   ampliando o convencional diagnóstico versus protocolo. Criar novas formas de protocolo para um mesmo sintoma  podem abrir um leque de possibilidades que passam pela fundamental interação paciente/terapeuta. Mergulhar neste desconhecido pode ser surpreendente e libertador.

Novas formas de escuta

Jung diz que no ocidente a cura está sempre no outro, em Deus, no médico, no remédio, ou seja, em algo externo. Já no Oriente, pensando em Medicina Chinesa que é meu campo de atuação, com a acupuntura, vemos que  a cura está dentro do paciente. Isso muitas vezes pode até frustrar as expectativas do paciente que deseja um resultado rápido e indolor e que não lhe custe nenhum esforço.

No caso do terapeuta que utiliza da técnica de acupuntura, é um desafio ampliar este foco e buscar recursos dentro do paciente que possibilitem um diagnóstico diferenciado. Investigar e interpretar em diferentes níveis um sintoma é necessário, seja no nível médico, fisiológico, psicológico e porque não dizer até espiritual.

Maciócia, em Fundamentos da Medicina Chinesa,  sugere várias formas de diagnosticar, como,  pelos  5 elementos, observação, interrogatório, palpação, auscultação, olfação e também como premissa os sintomas emocionais. “O estado emocional do paciente reflete, certamente o estado da Mente e do Espírito e os achados obtidos pelo interrogatório precisam ser cuidadosamente integrados com os colhidos pela observação”.

Sabemos que a saúde depende das inúmeras interações possíveis entre  ambiente , emoção, alimentos e o estilo de vida, além da inevitável vulnerabilidade do ser, pois a condição humana envolve a doença e a morte. Nem tudo é psiquismo, mas ele não pode ser dissociado, ele está presente em todos os momentos, de dor e prazer, como tão bem resume Campligia: “Terapia é relação humana, o terapeuta em contato com o paciente  mobilizam dentro de si a vontade de se conhecer melhor e de se curar. Durante o tratamento, deve haver comunicação entre o shen (mente) do terapeuta e o do paciente”.

Na acupuntura é muito comum incorporarmos em um protocolo  pontos com o objetivo de acalmar a mente, mas que mente é essa que precisa ser acalmada? Eu diria que as duas mentes, tanto a do paciente quanto do terapeuta. Inconscientemente o terapeuta está mobilizando também a sua própria mente (energia). Importa diminuir a ansiedade dos dois personagens desta relação, para partir para um escuta mais refinada.

É primordial ouvir o que a doença ou o sintoma tem a dizer. O sintoma perturba a mente do paciente e inquieta a mente do terapeuta. A busca da calma é uma tentativa de silenciar esta mente, para ouvir os ruídos mais sutis que podem trazer informações valiosas para esta relação terapêutica.

DETHLEFSEN, Thorwald; DAHLKE Rudiger. Afirmam que  “O sintoma sempre consegue que nos preocupemos com ele. O sintoma é um sinal e um transmissor de informações. Ele interrompe o fluxo da vida e obriga a prestar atenção nele. Os sintomas nos conhecem mais que nós mesmos”.

A falta de consciência faz com o sintoma desça para o nível do corpo. Como disse Reich: o sintoma é o inconsciente visível. Aquilo que não foi elaborado no nível da consciência tenta se resolver no corpo.

E porque detestamos nossos sintomas?  Eles nos trazem um desconforto, nos impulsiona a fazer algo, a tomar uma decisão, um remédio, algo material, frequentemente buscamos algo externo.

O terapeuta pode tentar reverter este processo, este caminho de busca ser desviado sutilmente  para dentro do paciente, onde muitas vezes  ações (energia) precisam ser mobilizadas. Os meridianos ou canais de energia utilizados pela Medicina Tradicional Chinesa, são  exemplos de recursos internos que mobilizam esta energia interna para equilibrar e  trazer um resultado externo.

Como ampliar a escuta?

Trabalhar no presente com o paciente, identificar como o sintoma ocorre, e não apenas tentar responder por que  ocorre, como sugere  Pearls, ou seja , tentar produzir um comportamento observável.  Algumas perguntas podem ser úteis:

O que é que está fazendo?
Como é o que faz?
O que é que está fazendo  que você se comporte desta maneira?
Como você sente esta dor?
Quando você sente esta dor?
Onde você sente esta dor?
O que ela te impede de fazer?
O que ela te impulsiona a fazer?
Em que lugar do seu corpo sente sua ansiedade?
Em que situações esta dor se intensifica?
Que outras dores ela acarreta?
Aponte e toque o local exato da dor?
Consegue definir como é esta dor?

Importante manter o paciente com uma respiração calma e regular. Gaiarsa diz: “Claro que a aflição tem causas e motivos, mas se, aflitos, tentarmos antes regularizar nossa relação com a atmosfera, a ansiedade se abaterá e então poderemos pensar tranquilamente. Antes disso não. A causa imediata da angustia é o distúrbio respiratório; o remédio imediato está em acertar a respiração”.

Estudar o modo como ocorre e não necessariamente por que ocorre.  O modo como ocorre pode transmutar o sentido do sintoma. Os porquês podem vir de forma sutil e carregados de sentido.

O paciente paga pelo nosso tempo e atenção. É fundamental gastar tempo ouvindo os sintomas para se aliar ao sintoma.  A humanidade do terapeuta mobiliza este paciente, o toque do terapeuta mobiliza este corpo que abriga este sentido.  Todo este processo de investigação através da escuta e do toque já é terapêutico. O processo já se iniciou sem uma única agulha inserida.

Em “O corpo e seus símbolos” o autor sugere vários tipos de escuta:

Escuta física: Identificar o lugar do corpo onde vem se alojar regularmente a doença e o sofrimento.

Escuta psicológica do corpo: Quais condições psicológicas surgiram as doenças, que parte do corpo demonstra medo, atração, aversão ou obsessão. Ás vezes uma repetição de local tem um sentido forte e intenso proporcional a  própria dor.

Escuta espiritual: o espírito está presente em nosso corpo. A vida surge no espirito, no sopro da respiração.  E certas doenças, algumas crises, são manifestações do espirito que quer trilhar um caminho, quer se desenvolver em membros que lhe resistem.

Jean Yves Leloup cita algo genial: “Tudo nos é dado, mas nem tudo é recebido. Existem partes de nós mesmos, alguns de nossos membros, que estão fechados ao sopro da vida. Cada um de nós, de modo bem particular e pessoal, tem um espaço de abertura e um espaço de fechamento”.

Identificar estes espaços de abertura e fechamento, trazem grande luz para este caminho de busca de sentido.

No livro a doença como linguagem da alma, o autor chama a atenção para o fato de preservar o cuidado com as interpretações excessivas dos sintomas. A ideia não é atacar o paciente, mas trazer luz para este caminho, com calma e paciência, respeitando o tempo do paciente.  A interpretação só faz sentido para o paciente. O terapeuta deve se aliar ao sintoma e atuar como um facilitador coadjuvante.  O papel principal é sempre do dono dos sintomas.

Em tornar-se presente – o autor usa o termo “awareness” = estar consciente,  usar a própria humanidade do paciente, ajustar este paciente, colocá-lo no presente para ouvir a si mesmo. Sim, não é só o terapeuta que precisa ouvir, mas fundamentalmente, o paciente se ouvir, se perceber, se conscientizar de seus sintomas e suas respostas frente a ele.

O tratamento com acupuntura ao longo das sessões, passa a ser  um facilitador  para trazer a consciência para o  coração aflito e permite que o paciente verbalize o óbvio. Se o paciente estiver consciente do agora, consciente do impasse que o sintoma lhe ocasiona, este impasse desmoronará. O comportamento simbólico da dor, por exemplo, pode trazer uma possibilidade de escolha, continuar a ter este comportamento ou mudá-lo. A patologia é um comportamento aprendido, (Pearls).

Interessante um exemplo que Pearls utiliza, como uma   simples tatuagem no corpo pode  ser uma tentativa de preencher espaços vazios com o objetivo de buscar sentidos.

O terapeuta não pode forçar o paciente a aceitar sua interpretação, não deve tentar romper as couraças de um individuo a força.  Importante fortalecer as fronteiras deste contato com sua individualidade e canalizar esta energia para o equilíbrio, sempre no tempo do paciente. Para saltar com as próprias pernas, é essencial, que a  pessoa permaneça em seu lugar, a fim de ter um terreno firma para se deslocar. Quando este terreno não estiver firme as tentativas podem ser frustradas.

Jorge Ponciano em “ Refazendo um caminho” cita que perdendo o pensamento se chega aos sentidos. O homem é uma totalidade de pensamentos, de sentimentos, de percepções e sensações através dos quais o corpo atinge sua plena capacidade de se expressar e se auto  revelar.

Corpo e Mende são indissociáveis

Silva, Delvo Ferraz,  relata que o pensamento antigo chinês considera que em seus aspectos físicos, quer nos aspectos psíquicos, tais componentes são indissociáveis, o ser humano constitui uma só entidade energética e não é suscetível de ser dividido, ambos representam manifestações diferentes da mesma energia.

Reforçando este raciocínio, Vectore, diz:  “Considerando a visão holística adotada pela medicina tradicional chinesa, tem-se que os pensamentos e as emoções influenciam diretamente a força vital, aumentando, ou ao contrário, paralisando o fluxo de energia pelo corpo. Esse processo pode ser considerado uma via de mão dupla, onde o psiquismo não pode ser separado dos órgãos e vice versa”.

No livro “Shen suas bases filosóficas e biológicas”, vemos  que “o shen (mente) é o que permite nossos momentos criativos, quando ele está em seu pleno estado de harmonia, a mente desperta aparece, nosso cérebro é a ferramenta de nossa alma (shen). Nós não podemos ser o que realmente somos, se o cérebro e a mente não trabalharem em equilíbrio”.

Em o segredo da flor de ouro, Jung faz uma crítica ao modo ocidental de ocultar o próprio coração, sobre o manto da chamada compreensão cientifica. Ele diz que a ciência deve servir ao homem e erra somente quando pretende usurpar o trono, valorizando apenas o que é observável e constatado por evidências empíricas.

Tratar um ser humano não é mesmo que,  tratar um “joelho”, é uma nova forma de pensar.  Este joelho pode ser, fraco, mole,  inflexível, rígido, pesado.   Seu toque pode ser prazeroso ou doloroso. Sentir todas as memórias impressas, elas podem ser, traumáticas e dolorosas.  Qual a emoção predominante relacionada ao joelho?  Deixar ir aquilo que pesa pode ser benéfico. Frequentemente pessoas que sofrem dos joelhos sofrem de suas mães. Enfim, esta visão holística do homem tem ganhado mais espaço na nossa sociedade ocidental.

Evitarei apresentar listas infindáveis de padrões mentais relacionados com sintomas físicos, pois não tenho interesse em transformar um protocolo fixo e definitivo. Ainda acho que cada paciente tem sua história impressa em seu corpo e mente, e o terapeuta deve seguir sua intuição para mergulhar neste universo único e pessoal, e que fará sentido somente para aquela pessoa. Toda interpretação deverá fazer sentido para o único que detêm as respostas, ou seja, o sujeito que sofre.

Psicologia X Acupuntura

Bernardo usa de muita flexibilidade, quando diz que  “O acupunturista  pode lançar mão de várias abordagens adicionais que lhe façam mais sentido, não necessariamente ter uma formação em psicologia para se aprofundar mais na escuta. Na própria psicologia existem várias linhas e abordagens que lhe permitem entender o funcionamento do ser humano. O mais importante  é não se limitar ao corpo ou somente ao psíquico. Tudo está integrado e várias abordagens podem até explicar de forma diferente os mesmos fenômenos. Como por exemplo:

O ID de Freud está relacionado diretamente ao inconsciente. Onde está abrigado este inconsciente?  Reich diz que é no corpo que este inconsciente se materializa e este corpo cria couraças musculares. A medicina chinesa diz que os bloqueios energéticos ocorrem nos meridianos, canais deste mesmo corpo de Freud e Reich. Podemos dizer então que os bloqueios energéticos são couraças musculares que ocorreram inicialmente num nível mais sutil do pensamento? Tudo está interligado e possuem formas diferentes de expressão e interpretação.

A acupuntura toca este corpo e mobiliza esta energia para a mente (shen) contribuindo para uma harmonia integrativa.

Reich descobriu que cada atitude de caráter tem uma atitude física correspondente e que o caráter do individuo é expresso no corpo em termos de rigidez muscular. Segundo ele, os distúrbios psicoemocionais estão constantemente ligados a problemas anatômico fisiológicos. Seus trabalhos corporais incluem técnicas de massagem, estimulação sensorial, ações motoras desbloqueantes, trabalhos expressivos, respiração, relaxamento ou tonificação muscular, posturas, entre outros, sempre acompanhados de intervenções verbais.

Conclusão

Finalizando, muitas possibilidades existem para ampliar a escuta e o processo terapêutico,   como um todo, tanto no nível verbal, corporal, simbólico, fisiológico, histórico, psicológico, espiritual e até cultural.  Corpo e mente indissociáveis, são parte do mesmo sistema. Neste sentido, a acupuntura pode ter um efeito catalisador produzindo bons resultados, permitindo que o paciente adquira autonomia sobre seus sintomas, se reconciliando com sua própria história, permitindo que o processo de cura desabroche.

“O corpo é o inconsciente visível. É o nosso texto mais concreto. Nossa mensagem mais primordial. A escritura de argila que somos. É também o templo onde outros corpos mais sutis se abrigam. O corpo não mente! Ele conta muitas estórias e em cada uma dela há um sentido a descobrir”.

Willian Reich

Anexo:

Funções psíquicas de pontos de acupuntura:

Fonte: Helena Campiglia – Psique e Medicina Tradicional Chinesa.

P7 – Estimula a extroversão, libera emoções como tristeza, preocupação e pesar.

P9 – Estimula a introversão, se perceber internamente e corporalmente.

E23 – Efeito sedativo para doenças psíquicas voltadas a problemas gástricos.

E40 – Reduzir pensamentos obsessivos e repetitivos, nó no estomago.

BP1 – Ansiedade, agitação, excesso de pensamentos, depressão ansiosa, pesadelos.

BP6 – Reduz tensão pré –menstrual.

C5 – Dificuldades de relacionamento.

C7 – Equilibra a sexualidade.

C9 – Reduz manias e ansiedades.

ID3 – Estimular a iniciativa.

ID5 – Estimular a tomada de decisões e o discernimento dos fatos.

B17 – Sentimentos de culpa.

B42 – Reforça os limites corporais, a individualidade, ajuda nos processos de separação, diminui a tristeza, estimula o  instinto maternal.

B47 – Estimula a expressão de si mesmo, exteriorização dos sentimentos, ajuda relações com a figura paterna ou autoridade, timidez, aperto no peito.

B49 – Ajusta a imagem corporal, capacidade de abstração.

B52 – Aumenta a determinação e perseverança

R4 – Abre possibilidades

R9 – Reduz a angustia.

R24 – Anorexia.

PC5 – Frustração, raiva, depressão

PC6 – Ansiedade.

VB13 – Paranoia.

VB15 – Acalma o shen, pensamentos obsessivos, labilidade emocional.

VB17 – Suporte ao psiquismo (coluna).

VB36 – Ressentimentos.

VB24 – Reduz a necessidade de falar constantemente.

VB44 – Sono difícil e perturbado, pesadelos, agitação, irritabilidade.

F3 –  Depressão, tensão pré menstrual.

VC12 – Efeito relaxante.

VC15 – Ajuda na relação masculino e feminino e marca sua separação.

VC17 – Angústia, palpitações.

VG18 – Confusão mental.

VG24 – Medo intenso, pânico. Conecta a pessoa com o meio externo.

 

Referências:

CAMPIGLIA, Helena. Psique e medicina tradicional chinesa. São Paulo: Roca, 2004.

DETHLEFSEN, Thorwald; DAHLKE Rudiger. A doença como caminho. São Paulo: Cultrix, 1983.

SILVA, Delvo Ferraz. Psicologia  e acupuntura: Aspectos históricos, políticos e teóricos. Revista: Psicologia Ciência e Profissão. São Paulo: 2007.

VECTORE, Célia. Psicologia e Acupuntura: Primeiras aproximações. Revista: Psicologia Ciência e Profissão. São Paulo: 2005.

BERNARDO, Maykon Guagliotto. Psicologia e medicina tradicional chinesa, pontos de convergência. Trabalho de conclusão de curso (especialização em Acupuntura) – CIEPH Centro de estudos e pesquisas do homem. Criciuma: 2006.

MACIÓCIA, Giovanni. A prática da medicina chinesa. São Paulo: Roca, 2009.

JUNG, Carl Gustav; WILHELM, Richard. O segredo da flor de ouro, um livro de vida chinês. Petrópolis, RJ: Vozes, 1992.

LOPES, Claudio. Shen, suas bases filosóficas e biológicas. São Paulo: Andreoli, 2011.

FAGAN, Joen; SHEPHERD, Irma Lee.  Gestalt-terapia, teoria, técnicas e aplicações. 2. Ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.

STEVENS, John O. Tornar-se presente. 2. Ed. São Paulo: Summus, 1977.

DAHLKE, Rudiger. A doença como linguagem da alma. São Paulo: Cultrix, 1999

JUNG, Carl Gustav. Psicologia e religião oriental. 5. Ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2001.

LELOUP, Jean Yves. O corpo e seus símbolos: uma antropologia essencial. 20. Ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2012.

RIBEIRO, Jorge Ponciano. Gestalt-Terapia: Refazendo um caminho. São Paulo: Summus, 1985.

GAIARSA. José Angelo. Respiração, angústia e renascimento.  São Paulo: Summus,  Edição Revista, 2010.

Reich, Wilhem – Análise do Caráter – Martins Fontes – 2001.

Autora:  Juscelha Aparicio – CRP 06/81875

Psicóloga, Psicoterapeuta, pós-graduada em Acupuntura.

Atendimento na Rua Coronel Ortiz 190 – Santo André – SP

Fone 11-99154-2477 ou e-mail:  juscelha.psi@gmail.com

 

1 Comment

  • Responder
    Marli Peixoto
    29 de junho de 2016 at 12:10

    Esta matéria traz a compreensão de como o diagnóstico preciso é imprescindível no tratamento do paciente, onde o terapeuta tem a possibilidade se vivenciar com flexibilidade o entendimento de escuta de seus pacientes utilizando-se de diversas abordagens, culminando com o estímulo no processo de cura pela acupuntura. É com prazer que indico esta leitura a todos que nos aguça a pensar em novas abordagens que contribuem com estudo e diagnóstico na acupuntura

  • Deixe uma resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    %d blogueiros gostam disto: