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Fazer yoga e meditar alteram o corpo no nível celular, sugere estudo

yoga2Um novo estudo canadense aponta que a meditação e o yoga estão associados à reversão da deterioração celular em sobreviventes do câncer de mama.

A pesquisa, que foi publicado na revista científica Cancer, envolveu 88 participantes com idade média de 55 anos. A maioria teve câncer nos últimos dois anos, mas conseguiu se curar.
Os participantes foram divididos em três grupos. O primeiro realizou encontros semanais para discutir os sentimentos em relação à doença e praticou 45 minutos de hatha yoga por dia durante três meses. O segundo só realizou os encontros semanais. O terceiro só participou de um workshop de seis horas sobre redução de estresse.
Quando os cientistas analisaram amostras de sangue de três grupos, tiveram uma surpresa. Os telômeros, pedaços dos cromossomos que determinam nossa velocidade de envelhecimento, estavam mais longos nos dois primeiros grupos. Um novo estudo canadense aponta que a meditação e o yoga estão associados à reversão da deterioração celular em sobreviventes do câncer de mama.

A pesquisa, que foi publicado na revista científica Cancer envolveu 88 participantes com idade média de 55 anos. A maioria teve câncer nos últimos dois anos, mas conseguiu se curar.
Os participantes foram divididos em três grupos. O primeiro realizou encontros semanais para discutir os sentimentos em relação à doença e praticou 45 minutos de hatha yoga por dia durante três meses. O segundo só realizou os encontros semanais. O terceiro só participou de um workshop de seis horas sobre redução de estresse.
Quando os cientistas analisaram amostras de sangue de três grupos, tiveram uma surpresa. Os telômeros, pedaços dos cromossomos que determinam nossa velocidade de envelhecimento, estavam mais longos nos dois primeiros grupos.
Telômeros curtos impedem a divisão celular correta, acelerando nosso processo de envelhecimento.

“Sabia-se que intervenções psicossociais como a meditação ajudam o paciente a se sentir melhor, mas pela primeira vez temos evidências de que eles podem também influenciar aspectos chaves da nossa biologia”, disse Linda Carlson, principal autora do estudo e diretora do Tom Baker Cancer Centre, em nota à imprensa.

Efeito placebo?

Não é possível estabelecer uma relação clara de causalidade entre as práticas relaxantes e a preservação dos telômeros. Ao que tudo indica, o yoga e a meditação diminuem a liberação de hormônios “estressantes” no sangue, o que desacelera o encurtamento dos telômeros. Outra possibilidade é o famoso “efeito placebo”, um fenômeno amplamente estudado, mas ainda cheio de mistérios. Mas, pelo sim, pelo não, medite!

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