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Microagulhamento + Laserterapia

O QUE É O MICROAGULHAMENTO
O microagulhamento é um procedimento que consiste em microperfurações da pele com finas agulhas metálicas. Seu princípio é semelhante ao da acupuntura, porém, localizado e múltiplo, produzindo efeito apenas na área tratada. Seu resultado mais proeminente é a indução de colágeno e de outras fibras naturais na pele, bem como o espessamento da epiderme. A técnica pode ser feita por rollers (mais comum), canetas elétricas ou carimbos. É sempre importante observar se o material utilizado tem autorização da Anvisa para uso, e se as agulhas são estéreis. Em nenhuma hipótese estas podem ser reutilizadas, mesmo que no próprio paciente.

A técnica mais popular é a minimamente invasiva, na qual o procedimento é realizado apenas com creme anestésico. Na técnica cirúrgica, o microagulhamento é feito de forma mais intensiva e com o paciente anestesiado em ambiente cirúrgico. Usualmente, a técnica minimamente invasiva oferece resultados após uma sequência de aplicações em intervalos regulares (comumente mensais), enquanto a técnica cirúrgica pode já oferecer resultados visíveis em apenas uma sessão.

Para fazer o Microagulhamento o paciente não deve estar com a pele bronzeada nem apresentar infecções locais. Câncer da pele na área tratada ou nas proximidades também contraindica a técnica. A recuperação costuma ser rápida, mesmo nos casos de técnica cirúrgica.


COMO FUNCIONA O MICROAGULHAMENTO
O mecanismo de ação se dá de forma que quando a agulha é penetrada na pele, causa uma lesão controlada, e como toda lesão, existe a fabricação de “ingredientes” para a formação de um novo tecido. Inicialmente, com a passagem do rolo, acontece a perda da integridade da barreira cutânea sendo o alvo a dissociação dos queratinócitos que resulta na liberação de citocinas, entre elas a interleucina -1ª que predomina, resultando em vasodilatação dérmica e a migração de queratinócitos para o reestabelecimento do dano na epiderme (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013).

Logo acontece o processo de cicatrização que se divide em três partes; a primeira a injúria que é a liberação de plaquetas e neutrófilos que são responsáveis pela liberação de fatores de crescimento (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013).

Na segunda fase da cicatrização, quando os neutrófilos são substituídos por monócitos, e ocorrem angiogênese, epitelização e proliferação de fibroblastos, seguidas da produção de colágeno tipo III, elastina, proteoglinas e glicosaminoglicanos. No mesmo momento, o fator de crescimento dos fibroblastos, o TGF-a o TGF-ß são secretados pelos monócitos. Cinco dias depois do procedimento, aproximadamente, a matriz de fibronectina está formada, possibilitando o depósito de colágeno logo abaixo da camada basal da epiderme. (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013).

Na terceira fase, a maturação, o colágeno tipo III começa a ser substituído por colágeno tipo I que é um colágeno com mais qualidade (LIMA, LIMA e TAKANO, 2013).

INDICAÇÕES
As principais indicações do microagulhamento são: cicatrizes, especialmente as de acne, estrias, envelhecimento e flacidez, calvície, melasma e drug delivery (penetração de ativos) em geral.

CONTRA INDICAÇÕES
Esta técnica está contra indicada nos casos de cicatrizes com quelóide, doença vascular, distúrbio hemorrágico, diabetes, uso de anticoagulantes, câncer de pele, alergia ao metal, ceratose solar, verrugas, infecção cutânea, pele sensível, gravidez, acne ativa, herpes ativa, rosácea ativa, pele queimada do sol, uso de Roacutan inferior a 6 meses (a pele está fina e reativa).

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia

ASSOCIAÇÃO À LASERTERAPIA
Após a sessão de microagulhamento nós acompanhamos o processo de recuperação com auxilio do Laser de baixa potência LED Azul, que auxilia o processo de cicatrização, indução de colágeno e no processo de rejuvenescimento.

O mecanismo de ação da fototerapia necessita da absorção da luz por uma molécula fotoreceptora, denominada cromóforo. Os cromofóros são geralmente organelas celulares presentes na derme e epiderme; como a melanina,  citocromoprofirinashemoglobina..; que ao absorver a luz tem seu metabolismo estimulado, induzindo assim reações químicas, dando origem a uma cascata de respostas celulares.

Com estudos científicos há mais de 50 anos, já sem comprovou que o Laser é um dos únicos recursos que estimula mitose de fibroblastos, estes estimulam angiogenese (formação de novos vasos sanguíneos), com o aumenta da circulação temos estimulação de células tronco, e a consequência disso tudo é uma pele mais firme com mais tonicidade.

Luz Azul (470 nm)
Alcança somente a epiderme, tendo função bactericida, viricida ou fungicida. A luz azul tem grande utilização no tratamento da acne.
Além disso, os radicais livres de oxigênio hidrolisam a água intracelular, produzindo grande quantidade de água, e consequentemente maior hidratação do tecido. O led azul também é capaz de destruir ligações químicas da melanina, transformando suas ligações menos absorvedoras de luz, e consequentemente produzindo efeito de clareamento.

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